EDITORIAL

A HORA É AGORA
Nesta época, mais do que nunca, é chegada a hora de nos voltarmos para a realidade que nos cerca. Não é mais possível deixar que as circunstâncias assumam o comando dos fatos. Neste fim de ano, antes dos cumprimentos e bons augúrios, é importante percebermos, com isenção e equilíbrio acontecimentos que não podem nos deixar inertes. Os valores que são praticados tanto por grandes como pequenos expoentes da sociedade não deixam dúvidas sobre o caminho que estamos trilhando. Os antigos "trombadinhas" não deixaram de existir, mas os meios modernos nos apresentam casos como ode Bernard Madoff, ex-dirigente da Nasdaq que com o golpe de US$ 2 bilhões atingiu, pelos desdobramentos, até o mais humilde brasileiro. Na Inglaterra o juiz do programa "American Idol", Simon Cowell, foi considerado a pessoa mais famosa do mundo para os menores de10 anos. Nenhum fato ou pessoa conseguiu fazer seus admiradores ficarem mais de 2 (duas) semanas ao relento para se aproximar do seu ídolo, como no caso da cantora Madona. E o que dizer do Natal que está virando somente motivo de consumismo desenfreado?. Os exemplos poderiam ser levados indefinidamente. Será que não está passando da hora, ou melhor, encima da hora neste final de ano, de uma reflexão conjunta com amigos e familiares?!

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